sexta-feira, 27 de novembro de 2015

Materiais e Recursos para e-Learning | Bibliografia Anotada






UC de Materiais e Recursos para e-Learning
Professora Ana Nobre
Mestranda: Andréa César Pedrosa da Silva – nº estudante 1400271


1. Silva, R. S. (2011). Objetos de Aprendizagem para Educação a Distância, Recursos Educacionais Abertos para Ambientes Virtuais de Aprendizagem.  São Paulo: Novatec Editora.
Descrição
Neste livro, Robson Santos da Silva busca lançar luzes sobre as dificuldades existentes para a utilização efetiva dos recursos educacionais abertos, seja no ciclo de produção ou de compartilhamento, com ênfase nos recursos digitais constituídos sob a forma de Objetos de Aprendizagem (OAs), com suas características de acessibilidade, reutilização, durabilidade e interoperabilidade. O livro apresenta também opções de softwares gratuitos com interfaces amigáveis para produção de OAs por profissionais que não dominem linguagens especiais de programação, além de esclarecer sobre o processo de licenciamento destes objetos de aprendizagem em repositórios de Recursos Educacionais Abertos.
Avaliação
É de grande relevância para os profissionais que atuam na Educação a Distância conhecerem as características e especificidades dos OAs, do ponto de vista pedagógico e também técnico, com os respectivos protocolos e padrões de empacotamento digital nos ambientes virtuais de aprendizagem ou repositórios de Recursos Educacionais Abertos.  São conhecimentos básicos e indispensáveis para a boa utilização destes recursos, tão importantes para o ensino e aprendizagem a distância.

2. Amiel, T., Orey, M., West, R. (2011). Recursos Educacionais Abertos (REA): modelos para localização e adaptação. ETD – Educação Temática Digital publicação científica eletrônica da Faculdade de Educação da UNICAMP, v.12, n.esp., p.112-125. Recuperado em 22 de novembro, 2015, de http://periodicos.bc.unicamp.br/ojs/index.php/etd/article/view/1206/1221
Descrição
Os autores examinam neste artigo a expansão do número de repositórios e bibliotecas virtuais, que visam facilitar o acesso a variados recursos para usuários de todo mundo, e a consequente necessidade de adaptação para cada localidade, a fim de que não ocorram choques culturais. Partindo do pressuposto de que é impossível remover a cultura de um recurso educacional, o artigo apresenta razões e estratégias para que as questõ6es culturais sejam elencadas no processo de design de objetos de aprendizagem.
Avaliação
Compreender as características fundamentais dos REA, que permitem o reuso, a remixagem, a revisão e a replicação, é o ponto de partida para possibilitar ao usuário a análise crítica e pensar alternativas relativas a adaptação a culturas e nacionalidades distintas, conhecida como ‘localização’ pelos designers de software. Dentre os três modelos para adaptação apresentados pelos autores, que partem do Recurso Educacional (RE) tradicional, que depende do design, o leitor conhece os Recursos Educacionais com Saliências Culturais (RESC), que oferecem suportes para explicar os elementos culturais aos usuários e replicadores; os n-Culturas, cuja equipe de desenvolvedores agrega representantes das culturas em cujo OA será aplicado; e, o Recursos Educacionais  com Adaptações Culturais (REAC), extremamente flexível e que pode conferir ao desenvolvedor e usuário uma maior granularidade, aumentando bastante o reuso, por culturas diferentes, cumprindo adequadamente o papel social de um RE digital.